
Olá amigos, Sejam todos bem vindos!
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O Clube Europeu PSK tem a honra de convidar os radioamadores de todo o mundo para participar do BPSK63 EPC QSO Party 2011.
O objetivo da competição é o de estabelecer tantos contatos quanto possível entre radioamadores ao redor do mundo usando o modo BPSK63. Todo mundo pode trabalhar todos para QSO e crédito multiplicador. A competição é realizada todos os anos no terceiro domingo de novembro.
Este ano, começa às 00:00:01 UTC e termina às 23:59:59 UTC, no domingo 20 de novembro de 2011. Cada participante deve enviar um relatório RSQ real, não apenas 599 para cada contato.
Membros do CEP deve enviar um relatório de sinal mais EPC número de membro (exemplo – 579 EPC00001). Por favor, certifique-se que você não separa «EPC» do «número», e você não usar quaisquer caracteres entre os dois.
Por favor, certifique-se que o seu número de EPC consiste em 5 (cinco) dígitos. Outras estações devem enviar um relatório do sinal mais um número de QSO, começando 001 (exemplo – 589 001). Contatos com os membros da EPC valem 5 pontos; contatos com outras estações valem 1 ponto. As estações podem ser contatados novamente em outras bandas.
Um multiplicador de 1 (um) a cada número diferente EPC contactado em cada faixa. A pontuação final é o resultado dos pontos de QSO total multiplicado pela soma dos números EPC contactado em cada faixa.
As regras completas estão disponíveis em http://www.eupsk.com/contest/epcparty/index.html.

Tragédia tira a vida de um dos maiores idealizadores do radioamadorismo na cidade de Patos e enluta boa parte dos operadores das regiões que compreendem as QRGs. Elisbão Alves de Assis, 49 anos, morreu tragicamente em plena atividade, ao cair de uma Torre com aproximadamente 15 metros que montava na manhã deste domingo 31 por volta das 09h na cidade de Pombal.
A Torre pertence à Rádio Maringá daquela cidade e no momento “Bambão” como era carinhosamente apelidado pelos familiares e amigos concluía a manutenção. Conforme informações ele caiu preso ao cinto de segurança, juntamente com uma parte dos estágios da Antena.
Com a queda, ele se feriu, mas não perdeu o bom humor e em conversa com amigos, pediu inclusive, para ser fotografado. Elisbão foi imediatamente socorrido, inicialmente para o hospital de Pombal e em seguida transferido para Patos.
Ele se submeteu a uma cirurgia e foi constatado que alguns órgãos vitais foram atingidos com a violência da queda. Depois da tentativa dos médicos de salvar a vida dele e pós a intervenção cirúrgica o paciente teve complicações e não resistiu à gravidade dos ferimentos. Ele faleceu aos dez minutos já na madrugada desta segunda-feira 01 de agosto.
O corpo de Elisbão será velado na Igreja Batista da Fé em frente ao Banco de Leite e a Maternidade Peregrino Filho e será sepultado amanhã dia 02 de agosto, as 10h da manhã no Cemitério Santo Antônio.
Jéssica Lira com – PortalPatos
Do Blog: Descanse em paz velho amigo, além de radialista sou também radioamador com licença da ANATEL prefixo PS7 KCS e tinha por Elisbão uma grande admiração como radiomador e pricipalmente como ser humano. Estive com ele mês passado no nosso encontro em Caicó…eterna saudades!
Elífio Pedroza da Rocha Neto nasceu a 11 de março de 1953, na cidade de Aracaju, mais precisamente na Rua Santa Luzia, 602, casarão este ainda existente, tal qual quando da sua infância. Filho de José Campos de Souza, já falecido, e Ana Rocha Souza. Do seu pai — Dr. Campos do Cartório —, herdou quase tudo que até hoje tem norteado a sua vida profissional, social, pessoal e familiar: a honradez, seu modo expansivo de se relacionar, a precisão de horários, a lealdade para com os amigos e para com o próximo e, principalmente, seu modo filosófico de ver e viver a vida. Ainda sobre seu pai – de raiz capelense -, com uma profunda tristeza conta, por qualquer razão, Deus levou-o muito cedo para perto de si, em 1978, deixando uma lacuna imensurável. Após a sua morte, ficou praticamente sozinho, pois ele muito representava, além de pai era seu maior amigo. Neste mesmo ano, Elífio que tinha apenas 25 anos, perdeu seu avô Elífio e sua tia Joselita – irmã de seu pai. Contudo, como se para compensar, tomou conhecimento da existência de mais sete irmãos pelo lado paterno, dentre os quais, a estimada irmã Kenia Virgínia de Jesus Lima.
Da sua infância, lembra-se perfeitamente dos grandes e inseparáveis amigos Luis Carlos Fontes e Paulo Fontes — filhos do saudoso professor Silvério —, Jorge Eduardo Lisboa, primo, Valdir Andrade Filho e Luis Eduardo Oliva. Dentre muitas e muitas “abençoadas” travessuras dessa turma, recorda-se perfeitamente de uma, bastante marcante: vizinho à casa do professor Silvério — QG da turma, para desassossego de D. Elza —, tinha uma garagem que era alugada a um representante do Biotônico Fontoura. Existia naquela época uma amostra grátis que tinha um gosto de vinho com álcool. Certa feita, a “patota” descobriu que a porta tinha ficado aberta e todos resolveram entrar. Pegaram uma caixa da dita “amostra” e começaram a saborear. Foi um pileque total, inclusive o “Dunga”, o cão de propriedade do Valdir e mascote da irmandade. Isso valeu, para um deles, uma bela surra em casa. Ainda conta que, apesar da equipe de travessura acima relacionada, sempre contou como amiga inseparável, com a sua irmã Ana Angélica Souza Menezes. Sobre ela, diz que está a aproveitar tal momento para prestar-lhe uma homenagem de gratidão, bem como a Israel — mais que um cunhado, um grande amigo —, e aos seus sobrinhos, filhos do coração: Marcelo Jorge, Kleber e Mariana: foram eles que, de forma incondicional, mantiveram-se ao seu lado num lamentável incidente familiar recente.
A sua primeira participação como “estudante profissional” ocorreu no inesquecível Jardim de Infância Augusto Maynard. De lá recorda-se de D. Bebê, dos oitis que caiam abundantemente das árvores e da sua primeira dança de quadrilha junina. Por ser extremamente tímido, ficou sem par para a festejada dança. Quando tudo parecia perdido, uma menina, tímida e pequena, pegou sua mão e bruscamente arrastou-lhe para o meio da “quadra”, inclusive derrubando-o. “Essa menina era a saudosa amiga Clara Angélica Porto”.
O curso primário foi feito parte no Colégio do Salvador e parte no Educandário Imaculada Conceição, de D. Lúcia e da insubstituível D. Carlota. Do “Salvador”, poucas lembranças: recorda-se com carinho de D. Bernadete, da professora Soninha e da querida D. Mariazinha. Do “Imaculada”, viventes recordações. Foi ali que notáveis amizades até hoje perduram no tempo: Carlos Henrique Passos, Edson Passos, Tadeu Monteiro, César Cabral de Oliveira, dentre outros que agora a memória se encontra a falhar acerca dos nomes. Ainda no “Imaculada”, a presença marcante de uma mestra impar: Dona Fiinha. Foi essa “Mestra” que diretamente lhe abriu a possibilidade de se tornar engenheiro civil. Com dificuldade em matemática, principalmente em compreender o sistema métrico decimal, ela se prontificou em ensinar-lhe, aos sábados à tarde.
As aulas eram na casa da professora, localizada na Rua Itabaiana, em frente ao QG da Polícia
Militar. Após as aulas que normalmente iam até as 17 horas, Dona Fiinha ia ao seu piano e tocava com maestria Mozart, Chopin, Beethoven etc. para que o menino Elífio absorvesse as lições. O recital exclusivo só terminava às 17h30 com a corneta do QG anunciando a primeira chamada para o rancho da noite. Brada que deve a Dona Fiinha o seu gosto pela matemática e, por conseguinte, parte da sua vitória no vestibular de engenharia civil.
Do ginásio, recorda-se de tudo como se fosse ontem: Colégio Arquidiocesano (1964 a 1967), regime de seminário e somente para alunos do sexo masculino. Eram quarenta e tantos colegas da “complicada turma dos refugiados”, dentre eles José Lealdo, Roosevelt Ferreira, Djaldo Queiroz, Roberto Góis, Arivaldo Montalvão, Rudiard Sucupira, Marcelo Bastos, Paulo Santana, Tadeu Monteiro, Valdinaldo Aragão, José Raimundo, Antonio Carlos Moura, Geminiano Maia (falecido), Flávio Gomide, Flávio Marinho (falecido), Virgilio Figueiredo (falecido), Ismar Barreto (falecido) etc. Todos se tornaram muito amigos. Em especial, quatro nomes até então são amigos para qualquer tempo: Carlos Henrique Passos, Eugênio Teixeira, Isaac Chaperman e Marcos Bastos Figueiredo.
Elífio teve a honra de criar uma sólida amizade com Manoel Santana, o querido “Manezinho do Dinâmico”. Foi por meio dele que, durante os quatro anos de ginásio, mesmo sendo o menor da turma, tocou na “Banda do Arqui” ou como era também conhecida, do Seminário, inicialmente prato e depois marcação. Dos professores do Arqui, ressalta José Araújo Filho, de português e francês, Muniz, inglês, Dr. Carlos Leite, de história, Cacilda, geografia etc.
Do científico, pouco a relatar. Cursou os dois primeiros anos no antigo CA (Colégio de Aplicação), tendo como grande professor José Lourivaldo Maciel Tavares e no último ano, já como preparação para enfrentar o vestibular de Engenharia, em Salvador, no Colégio Dois de Julho. Do CA, recorda-se bem da turma mais chegada: Sonia Virginia Dias, Margarida Amado, Elvira Garcez, Maria das Graças Paixão, Emília Travassos, Carlos Alberto Travassos, Colombo Melo, Josias Passos Filho, Renato Constâncio, José Figueiredo e Denis Morgan.
Em 1970, foi morar em Salvador, onde permaneceu até agosto de 1975. No primeiro ano, morou na pensão de D. Hilda, no bairro Garcia, juntamente com os amigos José Figueiredo Barreto Filho e Silvio Garcez Vieira Filho. Rindo, recorda-se das estripulias que faziam na pensão, ao ponto de serem expulsos após incendiarem o piso do quarto, dado um sumiço “sem retorno” a um papagaio falador lá existente e traumatizando, com um susto via bomba de breu, o cão pastor alemão da filha da dona. Mas os três passaram de primeira em Engenharia, na Escola Politécnica da Bahia.
Até 1969, quando saiu de Aracaju, desfrutou de uma boa parte da “não retornável” vidinha que a cidade oferecia. Ouvia sempre o “Informativo Cinzano”, com Silva Lima, o programa “Calendário”, do Santos Mendonça, participava, de maneira imperdível da primeira sessão do Cine Palace, negociava os gibis e figurinhas do “Quem me quer” da Praça Fausto Cardoso, das festas do fim de tarde da Associação Atlética, do Iate Clube e do Charles Moritz, de alguns bailes na Fugase e Vasco, dos sorvetes da Iara e da Cinelândia e até do Miramar e do Chanteclair.
Foi fundador e primeiro presidente do Interact Clube de Aracaju e, por um pequeno período, locutor, a convite de Carlos Magalhães, de um programa na rádio Liberdade, patrocinado pelo Rotary Clube. Foi por meio desse programa que conheceu pessoalmente Silva Lima. Através dele, teve a chance, por um curto período, dois ou três meses, de ser sem qualquer remuneração ‘disc jóquei’ aos sábados, das 19h às 20h. Rindo, Elífio lembra que durante um dos programas
de Silva Lima bateu no vidro da cabine (aquário) pedindo permissão para entrar no estúdio.
Sentindo-se muito honrado com tal visita, afinal era a “peça âncora da estação”, anunciou-o usando todo um elogio no ar. O “velho lobo” entrou, pegou o microfone, não cumprimentou os ouvintes e com aquela voz inimitável simplesmente disse: “Alô, alô Michelle, se apronte rápido que nós vamos ao cinema” (risos e mais risos).
Engenheiro civil
Sobre sua profissão, diz que desde menino sempre sonhou ser engenheiro civil. Conseguiu antecipar seu curso em um semestre, formando-se em agosto de 1975 pela Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, após 4,5 anos de forte labor. Sobre colegas sergipanos de faculdade, lembra-se de Colombo Melo, Osvaldo Nascimento, José Carlos Sobral, Jorge Santos, e Luis Alberto, dentre outros. Sempre evitou participar de movimentos estudantis, até mesmo porque a época era desfavorável. Frisou também que, por já ser radioamador — iniciou oficialmente em 1969, com 16 anos —, sua ficha pessoal era pulsante no então Serviço Nacional de Informações (SNI). Lembra ainda que circulava nos corredores da Politécnica o alerta de que “ninguém podia achar nada da revolução, pois quem achava alguma coisa depois não era mais achado”.
Iniciou sua vida profissional como engenheiro na Codevasf em Propriá e com um outro colega Walmir Lessa, também novato na profissão e na empresa trabalharam na implantação dos projetos de irrigação de Propriá, Itiúba, Cotinguiba/Pindoba e Betume. Durante cerca de três ou quatro meses, juntamente como o topógrafo Albino Lemos – falecido -, voaram como tripulantes fiscais, com o pessoal da Cruzeiro do Sul, fazendo fotografia aérea. Morou no Hotel Imperial da querida e ainda amiga Enedina Feitosa, por muitas vezes almoçou no Mangaba – do saudoso Renatão. Em Propriá, adquiriu grandes amigos, alguns de saudosa memória: Wolney Melo, Lauro Seixas, Totozão, Dr. Lucas, D. Maria Cecília, etc.
Recorda-se que no primeiro dia naquela cidade estranhou o carro de som – do Totozão – anunciar por toda a cidade o falecimento e o sepultamento de um cidadão e quase intimando a população a sua presença. “Fiquei apavorado”.
Posteriormente, saiu da Codevasf, indo trabalhar na Cisa, construindo o Hotel de Salgado. Um ano após, a convite de Edmundo Campelo Costa, retornou à Codevasf e assumiu a chefia de engenharia do Baixo São Francisco, onde permaneceu até março de 1995. Da sua equipe de engenharia, ainda hoje mantém amizade pessoal com o seu “discípulo” Walner Peixoto. Em março de 1995, optou pela condição de profissional liberal, assumindo definitivamente o seu escritório de Engenharia Legal.
A opção por tal especialidade veio logo após a sua formatura, através de um convite do seu sogro, Osório de Araújo Ramos. Juiz de Direito aposentado e dono de uma das mais conceituadas bancas de advocacia do Estado, certa feita chamou-lhe para ser assistente técnico.
Topou e gostou do labor. Todavia, disse que o caminho não foi nada fácil, vez que em Sergipe apenas dois colegas estavam engajados no ramo: Gentil Tavares Filho e Agnaldo Campos Lyra.
Com os ensinamentos e estímulos do Dr. Osório e do Dr. José Rosa, torcedor ferrenho do Cotinguiba Sport Clube, dos dois colegas mencionados e logo após do intensivo mestre e incentivador Dr. Manoel Cândido Filho, abraçou por completo a Engenharia Pericial. Ainda conta também, nessa trajetória profissional, com os aconselhamentos, com a confiança e, principalmente, com o incentivo dos amigos Dr. José Alves Filho, desembargador, Dr. José Antônio Góis (falecido), desembargador, Dr. Vladimir Souza Carvalho, juiz federal, Dr. Valmir Teles Nascimento, juiz de Direito aposentado, e do então juiz federal, hoje ministro do Superior Tribunal de Justiça, Castro Meira. Opera profissionalmente em cerca de quinze Estados da Federação. Foi o idealizador e fundador do Instituto Sergipano de Avaliações e Perícias de Engenharia, o Iseap (sócio 001). Lecionou por quase oito anos na Escola de Arquitetura e Urbanismo da Unit, desfrutando, hoje, do prazer de poder ter como colegas de Sistema Confea/Creas mais de 300 profissionais, todos ex-alunos. Elífio gostaria de escrever o nome de todos. Entretanto, por saber dessa impossibilidade, homenageia-os com a escrituração de dois nomes, os quais atualmente, com muito orgulho, estão a integrar o seu escritório: Joana Militão e Tiffany Tavares. Possui especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (UFS), em Engenharia Estrutural (UFS) e em Desenvolvimento Rural Integrado (UFC/Settlement Study Center, Rehovot/Israel).
No âmbito da política partidária, ingressou juntamente com o amigo de infância Carlos Eloy, o famoso “Carlito”, filho do saudoso jurista sergipano Dr. Rui Eloy, em 1988, no Partido Liberal, inclusive, ambos, por convite pessoal tanto do Dr. Affif, como do Dr. Álvaro Vale. Na década de 90, com os desmandos imputados ao PL por grupos locais, afastou-se, contudo, sem requerer desligamento. Atualmente, com a fusão sob uma nova sigla (PR), ainda não decidiu o que fazer.
No que concerne à política profissional, foi um dos fundadores, em 1976, do Crea-SE. Nas décadas de 80 e 90, levado pelo amigo Max Maia Montalvão, na Deso, foi conselheiro, coordenador de câmara, assessor, consultor, chefe da fiscalização e por duas vezes vice-presidente do Conselho, gestões do Wellington Costa e do seu amigo de infância Lindemberg Lucena. Pretende em breve, juntamente com outros colegas, burilar a criação da Academia Sergipana de Engenharia Civil. Foi no Crea/SE que, anos atrás, conheceu o atual governador Marcelo Déda, então assessor jurídico daquela casa. Recordou-se que brincava com Déda dizendo: “o Doutor Assessor Técnico gosta tanto do vice-presidente que escolheu o dia 11 de março para nascer”. Ambos fazem aniversário na mesma data.
Sobre o radioamadorismo, confirmou que, de fato, pertence a uma casta do radioamadorismo
sergipano. Seu pai foi o primeiro radioamador prefixado no Estado de Sergipe. O “vírus radioamadorístico” foi trazido por um colega baiano, Harim de Carvalho Borges, na década de 40, e que seu genitor foi o primeiro “nativo” a se contaminar com o que chama de “agradável e salutar enfermidade – uma abençoada loucura”. Foi através do seu pai que toda a família radioamadorística sergipana, praticamente, se proliferou. Nomes conhecidos pela sociedade sergipana como os de Dr. Bragança, Dr. Francisco Rolemberg, Marcelo Marinho, Marcílio Pinto, Marlúcio Andrade, Wagner Brasileiro, Hélio Gordo, Prof. Aldomanucio e José Carlos Garcez, dentre outros, estão a fulgurar, quase que diariamente, nas ondas hertzianas, servindo ou prontos para servir. Sua maior opção é o CW (a velha e eficaz telegrafia). Detém indicativo de chamada em quatro Estados brasileiros: Sergipe, Alagoas, Bahia e São Paulo. Em primeira mão, confessou que se encontra escrevendo um livro que vem a resgatar a linda história do radioamadorismo sergipano. Desses seus 38 anos de rádio, foi prefixado em 09/05/1969. Um evento, até hoje, não saiu e nem sairá do seu pensamento – “quando estudante em Salvador, certo domingo, pelo ano de 1973 ou 1974, já ao final da tarde, estava batendo papo com alguns colegas no rádio. De repente uma transmissão, não muito forte, passou a declinar o sinal fonético de socorro – mayday. Um colega baiano assumiu então o coordenar do SOS. Era um avião monomotor particular, que tinha decolado de Goiás com destino a São Paulo. Dentro, uma família: o pai, que estava a pilotar, a mãe e três filhos pequenos. O piloto, não radioamador, apreensivo, relatava que estava sob uma forte tempestade, que o radiogoniômetro não estava conseguindo localizar qualquer tipo de estação, radiofarol, tráfego aéreo ou mesmo estações comerciais, achava-se sem comunicação com próxima estação de balizamento e sua bússola, por conta dos raios, estava desnorteada. Já estava voando há algum tempo, contra o vento, seu consumo de combustível era alto e temendo pelo pior, rogava por tudo, que nós acionássemos o Salvaero.
Imediatamente foi chamado o Serviço de Salvamento. Este, por sua vez, não conseguindo contato com a aeronave nas frequências oficiais, passou a transmitir na nossa frequência. Todos os esforços foram feitos por conta do Salvaero no sentido de tentar, pelo menos, localizar uma posição aproximada do pequeno monomotor e, aí, emitir os procedimentos para que a aeronave pudesse “aliviar” num aeroporto mais próximo, um aeródromo, um pequeno campo de pouso de alguma fazenda, enfim, qualquer coisa. Infelizmente, tudo em vão. Ficamos, via rádio, com o piloto até o momento que ele se despediu da frequência dizendo ‘Que Deus nos proteja’. Todos que estavam na QRG emudeceram. Eu, particularmente, fiquei arrasado, impotente, completamente abatido. O silêncio foi total. Passamos a noite na esperança de retomar contato. No outro dia, pelo jornal do meio-dia na televisão fiquei sabendo que um avião monomotor com uma família a bordo se chocou contra um morro ao tentar fazer um pouso de emergência no Estado de Minas Gerais. Era o dito avião. Todos morreram…” Indagado se a Internet destruiu ou irá destruir o radioamadorismo, reagiu com veemência, dizendo que, muito ao contrário: “… nós radioamadores nos adaptamos muito bem à Internet e hoje podemos através dos nossos computadores também falar com qualquer colega (via Echolink ou CQ100) em qualquer parte do mundo, que esteja usando um simples ‘handtalk’. A Internet chegou como uma grande aliada”.
Elífio Pedroza da Rocha Neto faleceu no dia 30 de dezembro de 2009, vítima de infarto fulminante e deixa um legado de ensinamentos aos amigos, alunos, profissionais e parentes.
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Por sugestão do WJ5O Bill, Coordenador da Região 2 da IARU e, da IARU (International Amateur Radio Union) Região 2 (Norte, Sul e América Central) que sugere o plano de banda para eficiência das operações de Radioamadores, resolvemos alterar a frequência de operação do nosso Beacon para 28.245.8 MHz, evitando assim causar algum conflito com outros Beacons já estabelecidos no mundo.
Agradecemos a orientação do Bill e pedimos aos amigos que divulguem tal mudança, que visa tão somente oferecer uma melhor qualidade das informações.
73
Mesquita – PP6AJM
Nossa estação de Beacon figurando em lista mundial. Para mais detalhes cliquem em http://www.dxzone.com TEN METER PROPAGATION BEACONS 1 JUne 2011 00:01 Z .... 28.2385 AB1JM C NASHUA, NEW HAMPSHIRE 5W,... 28.2388 W4BAM I BENSON, NORTH CAROLINA # 6W, ... 28.239 VA7PL/1 C CRYSTAL MOUNTAIN, BC # 2W, ... 28.2392 AL7FS C ANCHORAGE, ALASKA # 5W, ... 28.2395 WA3HGT C MONTOURSVILLE, PA # 1W, ... 28.2398 W7JI ARKANSAS CITY, KANSAS 3W, ... 28.240 PP6AJM C NOSSA SENHORA DO SOCO, BR # 10w ... 28.240 N4LEM C COCOA, FLORIDA # 50W,... 28.240 XE3OAX I OCOTLAN, OAX., MEXICO # 5W,... 28.240 W1NRA C PHENIX CITY, AL # 5W, ... 28.2405 N2DWS C PORT REPUBLIC, NJ # 5W, ... 28.2406 YO2X I TIMISOARA, ROMANIA # TESTING Nov 07 28.2407 AJ8T ? STURGIS, MICHIGAN # 5W, ... ....
(03/05/2010) CSA 144 – agora é hora do Concurso Sul Americano de VHF! Organizado pelo GBVUDX e pelo GAVUDX, o CSA 144 tem âmbito continental e acontece no primeiro final de semana de junho, de 00:00 UTC de 05/06/2010 até 15:00 UTC de 06/06/2010, com etapas de CW, FM e SSB distintas. É importante ler o regulamento com atenção, para evitar equívocos e confusões de última hora. É muito importante que o RJ continue participando consistentemente, como aconteceu no CRJVHF e no AVHFC. Vamos lá!


No longínquo 24 de maio de 1810, duzentos anos atrás, nascia Antônio de Sampaio. Num outro 24 de maio, 56 anos mais tarde, o mesmo Sampaio, Brigadeiro, no Comando da Divisão Encouraçada, em franco combate, receberia os três ferimentos graves que lhe tiraram a vida.
Era 24 de maio! Eis a efeméride consagrada como legenda eterna para a Infantaria Brasileira. Antônio de Sampaio, filho de sertanejos simples, nasceu na Fazenda Vitor, povoado de Tamboril, Capitania do Ceará-Grande.
Aos 20 anos, assentou praça como voluntário no 22º Batalhão de Caçadores, sediado na atual cidade de Fortaleza. Seu batismo de fogo não tardaria. Em 1832, no que ficou
conhecido como Encontro de Icó, lutou contra a rebelião que se opunha à abdicação de D. Pedro I. Sampaio combateu no Pará, na Cabanada; no Maranhão, na Balaiada; no Rio Grande do Sul, na Guerra dos Farrapos; e em Pernambuco, na Revolução Praieira. Em
todas essas ocasiões, com extraordinária atuação.
Em 1852, o então Major Sampaio tomou parte na gloriosa campanha de Monte Caseros. Em 1861, já coronel, assumiu a 5ª Brigada, comandando-a nas campanhas do Prata. Em 1865, ascendeu ao posto de Brigadeiro, por merecimento, como foram todas as suas promoções, em reconhecimento às demonstrações de bravura, coragem e engenhosidade.
Mas foi na Campanha da Tríplice Aliança que o sertanejo de Tamboril cobriu-se definitivamente de glória. Em 1866, Sampaio rumou para o teatro de operações. À frente da Divisão Encouraçada, combateu nas operações de transposição do Rio Paraná e nas
batalhas da Confluência e do Estero Bellaco. Na marcha para Tuiuti, coube-lhe o comando da vanguarda. Na véspera da batalha, conduziu o perigoso reconhecimento na Linha Negra, de onde vieram preciosas informações de combate e grande número de
prisioneiros.
Tuiuti foi a maior batalha campal da história da América do Sul. Com manobras ousadas e engenhosas do Comandante e graças à tenacidade e valentia dos combatentes sob seu comando, a Encouraçada derrogara o ataque inimigo. Tuiuti estava vencida
antes do cair da tarde.
Em suma, nos tumultuados dias da Regência e nos primeiros anos do II Império, Sampaio participou das campanhas contra as revoltas internas e os inimigos externos, destacando-se pela bravura e pela liderança em combate. No comando de sucessivos
escalões, transformou-se num condutor de homens, conhecedor profundo do terreno e mestre em adestrar, empregar e conduzir tropas de Infantaria.
Recebeu de D. Pedro II seis condecorações, entre 1852 e 1865, em reconhecimento aos excelentes serviços prestados à Nação, na paz e na guerra.
A história registra que Sampaio recebeu três ferimentos no dia do seu aniversário. O primeiro, por granada, comprometeu-lhe a coxa direita; os outros dois foram nas costas. Em consequência desses ferimentos, faleceu em 06 de julho de 1866 a bordo do
navio-hospital que o transportava para Buenos Aires.
Homem com pureza de propósitos e sentimento patriótico radicado em seu coração, o Brigadeiro dedicou-se inteiramente ao ofício militar. Exemplo da noção de denodo, foi consagrado Patrono da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro em 1962, por
meio de decreto presidencial.
Em 1969, os restos mortais do insigne Patrono foram transladados para o Cemitério São João Batista, em Fortaleza, e, desde 24 de maio de 1996, repousam no mausoléu erigido em sua homenagem no Quartel-General do Comando da 10ª Região
Militar, na capital cearense.
Sampaio legou, com o sangue de seus três ferimentos, um ideário de liderança, coragem e patriotismo. Eternizou-se na História do Exército Brasileiro como o mais distinto dos
Infantes.
No vasto espaço de TUIUTI, uma atmosfera vibrante contagiava todos naquele 24 de
maio de 1866. Travou-se ali, a maior batalha campal do continente sul-americano – cerca de 50.000 homens em armas.
O Brigadeiro SAMPAIO largou de suas posições com a 3ª Divisão, conhecida como
“Divisão Encouraçada”, para atacar o adversário. Três vezes atingido, impulsionou seus aguerridos infantes até a certeza da vitória.
FONTE: Exército Brasileiro

ROS é um modo de propagação do espectro digital, mas com uma largura de banda total ocupada estreita de cerca de 2,2 kHz. O software possui duas taxas símbolo: 16 e uma transmissão (este último destinado a sinais fracos até -35 dbs de S / N) e pode sincronizar automaticamente qualquer Symbol Rate.
Os relatórios iniciais falam de ele ser capaz de copiar os sinais tão fracos que não aparecem na cachoeira, e há indicações de que ele é melhor do que vários dB Olivia. Entretanto, a IC com seu desaparecimento, Doppler, e Multi-Path Interferência é um ambiente perigoso para sinais digitais e só o tempo dirá o quão bem ele faz contra os outros modos.
Uma questão é o modo de ter vomitado o restritivas condições de Rádio Amadores de licença nos EUA. No Reino Unido, são usados para a “neutra Tecnologia” abordagem adotada pelo nosso regulador Ofcom. Isso nos permite planejar e utilizar qualquer modo como em qualquer banda, desde que a transmissão se encaixa dentro da faixa de Amadores.
Os Estados Unidos não é tão feliz, a FCC não especifica quais os modos de amadores podem usar e onde. Alguns amadores nos Estados estão preocupados que os regulamentos da FCC parece proibir o uso do Spread Spectrum abaixo 420 MHz e ROS é um modo de Spread Spectrum.
Para ser justo com a FCC que tentou voltar em 1977 para mudar de um plano de banda de modo baseado em uma base na largura de banda. Na época, o ARRL se opôs à mudança e teve sucesso em derrotá-lo, como resultado do desenvolvimento de modos digitais foi prejudicado por décadas a seguir.
Nos últimos anos a ARRL vem tentando obter a FCC para re-introduzir planejando banda por banda e espero que eles serão bem sucedidos.
Você pode baixar a partir de ROS
http://rosmodem.wordpress.com/
Placa de som Conexão
http://www.southgatearc.org/news/september2007/psk31_soundcard_interface.htm
Novo modo de rádio amador digital – ROS
http://www.southgatearc.org/news/february2010/ros.htm
Southgate 2005 – ARRL lobbies para a regulação por largura de banda
http://www.southgatearc.org/news/november2005/arrl_lobby.htm
73,
Está em funcionamento o novo Beacon em 28 Mhz.
Trata-se do PP6AJM – Estação do Tipo 3, localizado em Nossa Senhora do Socorro-SE com grid locator sendo HH19ld.
Ele transmite a mensagem num período de aproximadamente 30 seg, com repouso de 20 seg.
Na frequência de 28.240 Mhz, transmite com 10 watts e antena dipolo de 1/4 de onda.
O novo equipamento servirá para auxiliar os radioamadores de todo o mundo no estudo e avaliação da propagação.
Como já acontece, segundo email recebido do K4AVO – Pat:
“Hearing your beacon PP6AJM/B 28.240 mhz at 1814z on 14 May 2011. RST 449.
I have heard over 1200 beacons across the radio spectrum…this is
the first time I have heard PP6AJM/B.
Good luck.
Pat K4AVO in FM06 North”
Traduzido pelo Google Translate:
“Ouvir sua baliza PP6AJM/B 28,240 MHz a 1814z em 14 de maio de 2011. RST 449.
Já ouvi mais de 1200 balizas em todo o espectro de rádio … isso é a primeira vez que eu ouvi PP6AJM/B.
Boa sorte.
Pat K4AVO no FM06
Carolina do Norte – EUA”
Carolina USA”
Para mais informações e fotos acesse os seguintes endereços:
http://www.qrz.com/callsign/PP6AJM
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PP6AJM/PX6B0332 – Mesquita

Dando continuidade ao incentivo do uso das bandas e modalidades destinadas aos radioamadores, membros do Grupo Apollo de Rádio Emissão de Sergipe vem praticando os modos digitais (PSK31, RTTY, FSK441A, JT6M, ROS e DSB), nas bandas de 2, 6, 10, 12, 15, 17, 20, 30, 40 e 80 metros. Como também Reflexão EME (Terra, Lua Terra), Dispersão de Meteoros e Dispersão Ionosféricas
Para tal utiliza-se em uma estação os seguintes equipamentos:
- Transceptor Yaesu FT-857D
- Transceptor Kenwood TS-50s
- Notebook Aspire 5741Z-4888
- Interface digital RadioArena modelo UD04YA
- Interface digital RadioArena modelo UD01KE
- Software FLDigi versão 3.2.9
- Software ROS Mode versão 6.4.7
- Software WSJT versão 9.0
- Antena vertical 5/8 nas bandas de 12 metros
- Antena dipolo 1/4 nas bandas de 10 a 40 metros
- Antena vertical 5/8 na banda de 6 metros
- Antena vertical 5/8 na banda de 2 metros
Está também mantendo uma Estação de Emissão de Sinais Pilotos (Beacons) na frequência de 28.240 MHz CW com potência de 10 watts, para orientar estudos e avaliações da propagação na banda de 10 metros.
Agora, além de comandar na banda de 12 metros na frequência 24.940 MHz USB a “Rodada dos Doze”, decidem ampliar ainda mais o leque realizando encontros na banda de 2 metros na frequência de 145.800 MHz USB e na banda de 6 metros na frequência de 50.150 MHz USB.
Resta agora aos irmãos radioamadores participarem de tais atividades, completando assim este incentivo.
73 a todos,
MESQUITA – PP6AJM/PX6B0332